A MISSIONARIEDADE DA IGREJA


A IGREJA EM ESTADO PERMANENTE DE MISSÃO SEM FRONTEIRAS
2ª PARTE


Para um discípulo de Jesus Cristo não há aqueles que estão perto ou distantes, pois Nele somos uma única família. Não podem existir fronteiras nem barreiras que impeçam àquele que fez a experiência do Amor do Deus de Jesus Cristo a testemunhá-lo ao mundo.
A imagem do coração pode ser sugestiva para falar da missionariedade da Igreja. Se um órgão deixasse de receber o sangue bombeado pelo coração, o que aconteceria?  Ou se um órgão não quisesse deixar que o sangue que ali chegou continuasse circulando?
Tanto o órgão que não recebesse o sangue morreria por falta dos nutrientes e oxigênio necessários para suas atividades, como aquele que retivesse o sangue também, pois deixaria de ocorrer o intercâmbio dos elementos, mas eles não iriam morrer sozinhos. O organismo todo ficaria comprometido pela inatividade daqueles órgãos podendo ocorrer a falência múltipla dos órgãos. Assim poderá acontecer com uma Igreja local que recusasse sua vocação à universalidade e se fechasse em si mesma, preocupada com suas próprias necessidades, ou que pensasse em se abrir a outros povos, enviando missionários somente quando as suas pastorais estiverem já bem organizadas. Deste modo ela privará outros irmãos de receber da riqueza imensurável do conhecimento de Jesus Cristo, que ultrapassa todo conhecimento. Além disto, ela própria não receberá os dons que o Espírito Santo já presente em outras culturas quer ofertá-la através deste intercâmbio.
Nós, discípulos missionários de Jesus Cristo por vocação, somos chamados a um amor que não conhece fronteiras,  “enviados pelas estradas do mundo para caminhar com os irmãos, professando e testemunhando a nossa fé em Cristo e fazendo-nos  arautos do seu Evangelho”.



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