Jo 1,39

"Vinde e vede"."

Mc 16,15

"Ide pelo mundo e pregai a Boa Nova a toda criatura...."."

Comboni

"Se eu tivesse mil vidas, as daria todas para a missão..."."

Comboni

"O primeiro amor da minha juventude foi para a África"

Papa Francisco

"A Alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus"

“GRANDE MISSÃO”

Após um período de formação, 14 missionários se prepararam para a realização da Grande Missão. Eles foram enviados dois a dois para visitar as famílias da Localidade Maravilha, território da Paróquia Santa Luzia em Santo Antônio do Matupi (AM).  
A Grande Missão aconteceu nos dias 13 e 27 de novembro 2016, na comunidade Cristo redentor, Maravilha (AM).
As ruas foram divididas segundo a quantidade dos sete grupos formados pelos missionários, dois destes grupos contaram com a colaboração e participação nas visitas das Irmãs Missionárias Combonianas.
Durante as visitas, após um momento de oração os “missionários” utilizaram um questionário para conhecer a realidade das Linhas e do Centro de Maravilha, através das histórias e realidades de cada família visitada.
Apesar do medo que cada um expressou durante a formação, de não ser capaz de transmitir o objetivo desse evento, eles estavam felizes e agradecidos por ter dado certo.
Mas o que vamos fazer depois desses dois momentos da Grande Missão?
Após esses dois momentos de visitas, concluídos com celebrações com o povo a quem visitaram e os convidados, recolhemos os questionários para um estudo mais aprofundado, a fim de melhor conhecer a realidade e ver como realizar projetos comunitários mais concretos.
Os participantes e as pessoas visitadas gostaram muito da iniciativa e pediram que continuassem a experiência como grupos de discípulos missionários para receberem a visita mais vezes.
O bom da grande missão foi que o desejo se tornou realidade, ou seja, a formação desse grupo que quer com entusiasmo continuar o trabalho de evangelização através do exemplo, da acolhida, da ajuda e do serviço. E também criar uma coordenação estável na comunidade para que o grupo possa seguir em frente e ao mesmo tempo se preocupar do bem-estar econômico, social e espiritual da comunidade.

O Grupo já acompanhou uma família que perdeu um dos seus entes queridos assassinado. E ao visitar uma família carente, desabrigada, sentiu o desejo de ajudá-la na construção de uma casa. Parabéns missionários! Vamos em frente!


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Crianças que ajudam Crianças

Este é o lema da Infância e Adolescência Missionária. Em Santa Rosa de Lima da linha Matupiri, Paróquia Santa Luzia-AM encontrei um grupo de meninos e meninas, que desejava conhecer e trabalhar na missão de Deus, para construir um mundo melhor aqui e agora. Animados com a proposta da IAM,  começaram a participar dos encontros, quando a Irmã ia visitá-los. Aprenderam hino, saudação, história e padroeiros. Faltava ainda algo, o compromisso missionário: rezar uma Ave Maria diariamente e contribuir com um dinheirinho. Dei-lhes a responsabilidade de levarem o cofrinho para as celebrações a fim de colocarem um dinheirinho do próprio bolso.
Por motivo de saúde, passei um tempo em Vitória(ES). Durante minha ausência, uma mãe assumiu a animação do grupo. No fim do mês de maio, as crianças fizeram a coroação de  Nossa Senhora e, na ocasião, abriram o cofrinho e ligaram para mim pedindo sugestões de como usar o dinheiro. Como o grupo ainda não fazia parte oficialmente da IAM, e tendo acontecido o terremoto no  Equador,  eu lhes sugeri que enviassem o dinheiro para nossa comunidade no Equador, responsável por um projeto de reabertura da escola e da criação de bolsas de estudo. O dinheiro não era muito, apenas 58 reais, mas foi fruto de sacrifício de cada um, de coração missionário. Parabéns meninada!!!!...
As crianças equatorianas ficaram muito contentes e agradeceram com muito carinho,  enviando fotos de desenhos e vídeos.
Ir. Giusi

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Obrigado Senhor

Comemorar 60 anos de vida religiosa é um dom de Deus, é olhar para frente com a fé que cada um tem no coração. Cada idade tem a sua beleza e gratidão para com o Criador. Por isso:

Obrigado Senhor pelo dom da vida e da vocação missionária.
Eu te louvo por tudo aquilo que pude realizar com a tua ajuda pelas crianças, jovens e adolescentes nos cursos profissionais.
Obrigado pelos pobres que me ajudaram dia após dia a me converter.
Obrigado pela Igreja que me enviou aqui no Brasil, onde vivi o amor para os últimos.
Agradeço-te pelas alegrias e pelos momentos difíceis, pelas pessoas que preparei para o sacramento e batizei.
Obrigado por ter tocado com a mão a Providência de Deus e Teu amor.
Agradeço a minha família e a Congregação das Irmãs Missionárias Combonianas.
Enfim....obrigado a São Daniel Comboni que com seu olhar e tocou profundamente o meu coração para viver entusiasmo a minha vocação Missionária.
 Irmã Rita Saccol

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CARTA DO PAPA FRANCISCO AOS JOVENS

Na carta, Francisco afirma que Jesus dirige seu olhar aos jovens convidando-os para caminhar com Ele. E questiona: “encontrastes este olhar? Ouvistes esta voz? Sentistes este impulso a pôr-vos a caminho?”
Caríssimos jovens!

É-me grato anunciar-vos que em outubro de 2018 se celebrará o Sínodo dos Bispos sobre o tema «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional». Eu quis que vós estivésseis no centro da atenção, porque vos trago no coração. Exatamente hoje é apresentado o Documento preparatório, que confio também a vós como «bússola» ao longo deste caminho.

Vêm-me à mente as palavras que Deus dirigiu a Abraão: «Sai da tua terra, deixa a tua família e a casa do teu pai, e vai para a terra que Eu te mostrar!» (Gn 12, 1). Hoje estas palavras são dirigidas também a vós: são palavras de um Pai que vos convida a «sair» a fim de vos lançardes em direção de um futuro desconhecido, mas portador de realizações seguras, ao encontro do qual Ele mesmo vos acompanha. Convido-vos a ouvir a voz de Deus que ressoa nos vossos corações através do sopro do Espírito Santo.

Quando Deus disse a Abraão «Sai!», o que é que lhe queria dizer? Certamente, não para fugir dos seus, nem do mundo. O seu foi um convite forte, uma provocação, a fim de que deixasse tudo e partisse para uma nova terra. Qual é para nós hoje esta nova terra, a não ser uma sociedade mais justa e fraterna, à qual vós aspirais profundamente e que desejais construir até às periferias do mundo?

Mas hoje, infelizmente, o «Sai!» adquire inclusive um significado diferente. O da prevaricação, da injustiça e da guerra. Muitos de vós, jovens, estão submetidos à chantagem da violência e são forçados a fugir da sua terra natal. O seu clamor sobe até Deus, como aquele de Israel, escravo da opressão do Faraó (cf. Êx 2, 23).

Desejo recordar-vos também as palavras que certo dia Jesus dirigiu aos discípulos, que lhe perguntavam: «Rabi, onde moras?». Ele respondeu: «Vinde e vede!» (cf. Jo 1, 38-39). Jesus dirige o seu olhar também a vós, convidando-vos a caminhar com Ele. Caríssimos jovens, encontrastes este olhar? Ouvistes esta voz? Sentistes este impulso a pôr-vos a caminho? Estou convicto de que, não obstante a confusão e o atordoamento deem a impressão de reinar no mundo, este apelo continua a ressoar no vosso espírito para o abrir à alegria completa. Isto será possível na medida em que, inclusive através do acompanhamento de guias especializados, souberdes empreender um itinerário de discernimento para descobrir o projeto de Deus na vossa vida. Mesmo quando o vosso caminho estiver marcado pela precariedade e pela queda, Deus rico de misericórdia estende a sua mão para vos erguer.

Na inauguração da última Jornada Mundial da Juventude, em Cracóvia, perguntei-vos várias vezes: «As coisas podem mudar?». E juntos, vós gritastes um «Sim!» retumbante. Aquele brado nasce do vosso jovem coração, que não suporta a injustiça e não pode submeter-se à cultura do descartável, nem ceder à globalização da indiferença. Escutai aquele clamor que provém do vosso íntimo! Mesmo quando sentirdes, como o profeta Jeremias, a inexperiência da vossa jovem idade, Deus encoraja-vos a ir para onde Ele vos envia: «Não deves ter [...] porque Eu estarei contigo para te libertar» (cf. Jr 1, 8).

Um mundo melhor constrói-se também graças a vós, ao vosso desejo de mudança e à vossa generosidade. Não tenhais medo de ouvir o Espírito que vos sugere escolhas audazes, não hesiteis quando a consciência vos pedir que arrisqueis para seguir o Mestre. Também a Igreja deseja colocar-se à escuta da vossa voz, da vossa sensibilidade, da vossa fé; até das vossas dúvidas e das vossas críticas. Fazei ouvir o vosso grito, deixai-o ressoar nas comunidades e fazei-o chegar aos pastores. São Bento recomendava aos abades que, antes de cada decisão importante, consultassem também os jovens porque «muitas vezes é exatamente ao mais jovem que o Senhor revela a melhor solução» (Regra de São Bento III, 3).

Assim, inclusive através do caminho deste Sínodo, eu e os meus irmãos Bispos queremos, ainda mais, «contribuir para a vossa alegria» (2 Cor 1, 24). Confio-vos a Maria de Nazaré, uma jovem como vós, à qual Deus dirigiu o seu olhar amoroso, a fim de que vos tome pela mão e vos guie para a alegria de um «Eis-me!» pleno e generoso (cf. Lc 1, 38).

Com afeto paterno, FRANCISCO

Vaticano, 13 de janeiro de 2017.

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Assembleia Provincial das Irmãs Missionárias Combonianas em Vitoria -ES, de 8 a 15 de janeiro 2017












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Irmãs Combonianas celebram jubileu

Finalizada nossa Assembleia Provincial, que foi realizada dos dias 08 ao 15 de janeiro de 2017, tivemos a alegria de celebrar o jubileu de ouro da vida consagrada a Deus para a missão das irmãs Catarina Pratissoli  e  Paula Camata e o jubileu de diamante das irmãs  Rita Saccol e Ir. Silvia Piantoni. 
Durante a celebração eucarística elas fizeram memória da passagem de Deus no chamado missionário e em tantos acontecimentos marcantes da vida, aqui no Brasil e também no Moçambique. 


Ir. Rita e Ir. Silvia, de naturalidade italiana, estavam entre as primeiras irmãs combonianas que vieram para o Brasil, e doaram a própria vida aos mais pobres em várias comunidades do país: como queria Comboni, para “fazer causa comum”. Ir. Catarina e Ir. Paula, brasileiras, lembraram dos anos em missão no Moçambique, e sublinharam a centralidade da Palavra de Deus, que foi força e sustento em todos os momentos. 

O avental e o anel de tucum evocaram a atitude de serviço e a opção preferencial pelos mais pobres, a exemplo de Cristo, que veio “para servir e não para ser servido” (Mc 10,45)


Os sorrisos e a tonalidade da voz expressavam a alegria de uma vida doada para a missão, e a gratidão pela fidelidade de Deus que as acompanhou ao longo de todos estes anos.




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MISSIONÁRIAS E MISSIONÁRIOS COMBONIANOS EM SAÍDA


Ir. Almerita Ramos e Ir. Caterina Ingelido


Nos dias 14 a 23 de outubro realizamos,  à  convite do pe.  Zulian, uma semana  de animação missionária na Diocese de Colatina, paróquia N Senhora da Penha,  Honório Fraga  - ES .
Foram dias marcados pela alegria, entusiasmo e muita participação  de todas as comunidades. Foi também uma semana de visitas e de proximidade, com uma  atenção particular  aos doentes e idosos de toda a paróquia.
Podemos afirmar  com alegria e esperança que esta semana, nos permitiu viver e concretizar a mística do encontro, dando e recebendo.
Foi linda também a experiência como família comboniana, de fato participamos em cinco: duas irmãs: Almerita e Caterina, um irmão: João Paulo e dois padres: Sávio e Pablo.
No fim do dia, partilhávamos o que tínhamos vivido e sempre constatávamos que Deus nos tinha falado próprio por meio de tudo e de todos. Obrigado Senhor porque sair de si sempre traz alegria, alimenta a nossa fé e amplia os nossos conhecimentos.
Valeu a pena!!!!.


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Celebrando Comboni




Ir. Geny Maria da Silva

Celebramos neste mês de outubro, mês missionário, a festa de São Daniel Comboni, um dos maiores missionários da Igreja, o Apóstolo da África, como  o proclamou o papa são João Paulo II, por ocasião da canonização em 05 de outubro de 2003.
A vida e a atividade missionária de São Daniel Comboni pertencem ao século XIX, um período muito conturbado para a África particularmente devido a tragédia do tráfico humano. Milhões de jovens africanos foram arrancados de seus lares e deportados para a Europa e para as Américas,  
Cada momento histórico, em situações de sofrimentos e opressões, Deus envia homens e mulheres em missão; para serem manifestação de seu Amor. A missão que é de Deus; nasce do movimento do coração, da sua grande misericórdia.  “Eu vi, eu vi a aflição de meu povo que está no Egito, e ouvi os seus clamores por causa de seus opressores. Sim, eu conheço seus sofrimentos.
E desci para livrá-lo da mão dos egípcios...(Ex3, 7-8)
“A encarnação do Filho de Deus é a maior prova de amor misericordioso da Trindade que vem nos libertar. Não somente se debruça sobre nossa miséria, mas se faz um de nós, compartilhando em tudo, de nossa condição humana, menos o pecado”. 
Desta experiência de misericórdia da Trindade nasce  a vocação e Missão de Comboni, o missionário da África.  
São Daniel Comboni entrou em contato com toda a miséria do povo africano, no Sudão...Ele viu, ouviu, conheceu...depois desta experiência não pode ficar acomodado... sua misericórdia o levou a se solidarizar com aqueles povos. 
Seu amor pela África era profundo, um amor visceral que o motivou a doar toda sua vida pelos africanos. Lemos em seus escritos: “A deplorável miséria dos pobres negros pesa imensamente em meu coração e não há sacrifício que eu não me sinta disponível aceitar pelo seu bem”.
“A misericórdia é, antes de mais nada, a proximidade de Deus ao seu povo, através de seu enviado”. (Papa Francisco)
Como Bom samaritano, ele se fez próximo, da África semi-morta, vê suas misérias, seus sofrimentos. vai, desce, se aproxima, para curar, anunciar a Boa nova...com a certeza de que somente a presença salvífica de Cristo pode libertar os africanos.
Comboni, a partir do primeiro contato com a África viveu somente para ela. Foi incansável no combate da escravidão, animando a Igreja na Europa para envolvê-la na sua paixão por ela e no seu plano de libertação dos africanos.
 Tendo sido canonizado ele se torna modelo para toda a Igreja, de discípulo missionário, com este coração misericordioso, apaixonado pelos mais pobres e abandonados.

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PRIMEIRA SEMANA DO XX CAPÍTULO GERAL DAS IRMÃS MISSIONÁRIAS COMBONIANAS

No início desta primeira semana de trabalhos capitulares, iniciamos com o primeiro passo a ser realizado com o desejo de viver este evento à luz do tema capitular: “Ousar a mística do encontro para a missão comboniana hoje”.
Começamos os trabalhos capitulares com uma reflexão como viver estes dias a serviço de toda a congregação, além da nossa circunscrição de origem, além do nosso serviço específico, colocando-nos à escuta do caminho que vivemos no interior da Igreja, do mundo e da criação.
Fazemos parte de um corpo congregacional que interage continuamente com tantos povos, com o mundo, no interior do movimento de uma Igreja que nos convida à sair, à ousar, à mover-nos.
Ser parte de um corpo congregacional nos levou a desejar uma escuta generativa das diversas relações dos GIP’s, da Direção Geral, do Economato Geral e da Comissão pré capitular. Nestes dias intensos de escuta, procuramos ler com o pensamento, com o coração e com a vontade o caminho percorrido nestes anos. Uma escuta, onde estamos presentes conosco mesmas, deixando-nos interrogar pela nossa história congregacional destes seis anos, deixando-nos tocar no profundo dos acontecimentos que nos acompanharam.
A apresentação da comissão pré capitular nos iluminou sobre o que nos une e que foi expresso de modo forte nas nossas experiencias de encontro. Experiencias que falam, antes de tudo, de nós, do nosso desejo de sair, de encontrar o  outro/outra na sua diversidade.
As experiencias de encontro são um tesouro que nos pertence e que sublinha a importancia de evangelizar como comunidade, que confirma o chamado a ser pontes entre os p
ovos, que sublinha a acolhida e o sofrimento fecundo manifestado na vida dos pobres, que nos convida a ser, superando a lógica do querer fazer ou do querer dar.
A relação da Direção Geral ampliou a nossa visão, apresentando-nos o caminho do sessênio vivido, prestando atenção em colocar em ato aqueles processos que nos permitiram de aprofundar a nossa ministerialidade, à luz da nossa história carismática e o nosso viver juntas.
Na relação da Direção Geral, fomos convidadas à alargar o olhar porque o horizonte se move, se alarga e que vem expresso com a imagem do Cristo na Cruz com os braços abertos, que atira a si toda a humanidade.
Este olhar verso o horizonte se torna encontro que se faz paradigma para a vida consagrada missionária (cfr. EG n. 87) e se alarga aos desafios que nos tocam profundamente: o chamado à uma vida sempre mais contemplativa que interpela a coragem e a capacidade de nos encontrar com Deus e conosco mesmas para tecer relações maduras, também na comunidade, reinventando o nosso modo de estar juntas para a missão, através de uma ministerialidade sempre mais partilhada, para que possamos sustentar umas as outras, possamos sustentar a missão e nos abrir aos desafios de uma sustentabilidade economica para a vida e o crescimento do nosso futuro através de atitudes e ações sempre mais transparentes e partilhadas.
Comissão Comunicação

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A minha vocação

Eluziane Araújo
Postulante Comboniana
Uma palavra do evangelho que é forte em minha vida é a citação de Mt 5,16 Assim, brilhe vossa luz diante dos homens para que vejam vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus. Se revela aqui nesta passagem um jeito de ser, uma forma de doar a vida, fazer o bem, ter gratidão e amar os irmãos e irmãs. No tempo em que estava na universidade participei de uma palestra sobre tráfico de pessoas na Rede um grito pela vida e conheci Ir. Gabriella Bottani, Missionária Comboniana. Me interessei em fazer parte desta rede e fui abrindo meu coração para esta realidade em favor do bem e defesa da vida principalmente daqueles e daquelas que sofrem violências e exploração.
Ao passar um ano senti que devia viver algo mais, me doar de um jeito diferente e fiz um ano de orientação vocacional com Ir. Elisabete Imperial. Em cada encontro, cada realidade que vi me encantou os olhos. Um chamado de Deus que se revelou nos acontecimentos, nos momentos simples de visita, em uma conversa com as pessoas, nas novas realidades que conheci nas comunidades ribeirinhas, nas visitas missionárias, nos encontros da rede, no cotidiano da vida. Foi este ano em 2016 que se iniciou os primeiros passos para responder este chamado, sai de Porto Velho – RO para entrar na casa de formação do postulantado das Irmãs Missionárias Combonianas em Belo Horizonte – MG, no dia 28 de abril depois do domingo de Páscoa passei para este tempo de graça e alegria. Junto com a comunidade partilhamos a vida, as descobertas e desafios do cotidiano. O que me chamou atenção no carisma das irmãs (IMC) foi o cuidado com a vida e a liberdade das pessoas, a forma de ser acolhedoras, de dialogar e ir ao encontro de quem mais precisa. Me sinto feliz por desejar e dar início a esse caminho, por almejar a vida consagrada e digo que é muito bom abrir o coração a vontade de Deus e dizer sim a vocação de ser uma Missionária Comboniana.



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Ir. Geny Maria da Silva

Av. Satrunino Rangel Mauro, 310 - Bairro Jardim da Penha

CEP 29060-770 – Vitória – ES

Fone: (27) 3227 – 0429

E-mail: vocacionadas@gmail.com