"Sejais o hospital de campo mais próximo para os abandonados do nosso tempo."

Entre as linhas de uma carta que cheira a estima e gratidão, o Papa Francisco convida a irmã Dorina Tadiello e as Irmãs Missionárias Combonianas a ser próximas e regeneradoras  não só das forças saudáveis ​​para a vida, mas também regeneradoras de humanidade. O bispo de Roma, tocado pela história que a missionária conta do Dr. Matthew Lukwiya, colega no hospital de St. Mary Lacor, em Gulu, norte de Uganda, ele faz questão de contar como lhe fez conhecer a vida e a coragem do médico que lhe ajudou “a criar a  esperança para o futuro da África, que pode contar com tantas mentes e corações generosos, curar as feridas de tantos pobres e que para nós  são a carne de Jesus. "
A história deste jovem médico ugandês, promessa da medicina em Liverpool, a cidade onde ele terminou especialização em Pediatria tropical e onde foi convidado a fazer parte do corpo docente da universidade, parece ser a expressão viva do sonho de uma África que se salva graças aos africanos e africanas. Mattew, embora lisonjeado com tanta consideração, decidiu voltar entre os Acholi. Para ser de ajuda primeiramente ao seu povo, porque os estudos e especialização pudessem ser colocados a serviço daqueles que cresceram com ele. E o serviço do Dr. Lukwiya foi prova de uma bênção para o hospital de Gulu. O jovem médico, de fato, difundiu pela primeira vez, em 2000, “alarme Ebola”, alertando a Organização Mundial da Saúde (OMS) e criando uma coordenação capaz de ajudar as vítimas do contágio. Irmã Dorina, agora Superiora Provincial da Itália, naquele tempo médica da sessão de infecções, permaneceu ao lado do Dr. Mattew por mais de um mês, testemunhando uma dedicação sem fim, que poderia custar a vida do jovem primário, de 43 anos de idade. Da primeira suspeita de Ebola, em Outubro de 2000, á morte de Lukwiya no 05 de dezembro do mesmo ano, passou muito pouco tempo. Mas é graças á intervenção imediata dele que no 6 de fevereiro de 2001, a OMS pode declarar que a ameaça Ebola no Uganda estava concluída. Para prestar homenagem á "coragem indomável" do Dr. Matthew Lukwiya e ao "longo e generoso serviço como médica e missionária destinada á pessoas indefesas no norte de Uganda, da irmã Dorina Tadiello, o Papa Francisco decidiu escrever para a Comboniana, garantindo e pedindo orações. Sem esquecer a advertência: "Sejais hospital de campo", fazendo-se próximas e regeneradoras da vida, "vida em abundância", como disse o Comboni.


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